Verão 2017-2018 - 7 passos para proteção adequada



Sem dúvida o produto mais procurado nesta época do ano é o protetor solar. Mas o que poucas pessoas sabem é que a exposição inadequada ao sol pode causar, além de queimaduras, o envelhecimento, alteração no sistema imunológico, problemas oculares e até mesmo o câncer de pele. Por isso, mais do que nunca é importante saber como fazer uma proteção efetiva, que começa já pela escolha do produto.

Veja as dicas a seguir e garanta proteção e saúde para a sua pele.




Escolha a textura 


Existem diversas apresentações do protetor solar. Para saber qual é a melhor para você é preciso considerar alguns critérios. O primeiro deles é o tipo de pele. Quem tem pele oleosa deve evitar as fórmulas mais gordurosas, que contêm algum tipo de óleo na composição. O ideal para esse tipo de pele são as fórmulas em gel ou sérum ou oil free . Já quem tem pele seca ou ressecada deve evitar a fórmula em gel, que vai ressaltar o problema. Outro ponto a ser considerado é o fator de proteção solar que a sua pele precisa. Os filtros em creme são bastante estáveis e conseguem carregar um Fator de Proteção Solar (FPS) mais alto.


Filtro químico e físico 

Por ser mais fácil de espalhar e ficar invisível sobre a pele, o filtro químico se tornou muito popular. Mas, entre os filtros em creme ou loção, existe mais uma opção que muita gente ainda não conhece: o filtro físico. Também conhecido como filtro inorgânico, este protetor feito à base de dióxido de titânio ou óxido de zinco cria uma barreira física sobre a pele, diminuindo a ação danosa do sol. Essa característica faz com que seus componentes reajam menos com a pele, reduzindo as chances de alergias e irritações. A desvantagem desse tipo de produto é que ele fica esbranquiçado na pele, no entanto, alguns protetores físicos têm cor de base, que disfarça o branco do produto. Assim como o protetor solar químico, o protetor físico pode ter uma ampla proteção contra os raios de sol. Para saber se o filtro é físico basta procurar a informação na embalagem do produto.



Verifique o FPS


O número do FPS corresponde a quantas vezes a mais sua pele está protegida contra o efeito danoso do sol em comparação com nenhuma proteção. O fator de proteção solar médio recomendado para a população brasileira é 30, mas para escolher o FPS ideal para você primeiro é preciso conhecer seu tipo de pele. Sempre será necessário que o filtro solar tenha proteção contra os raios UVA e UVB. Os raios UVB são há mais tempo conhecidos como causadores do câncer de pele, mas os raios UVA, por reduzirem as defesas da pele, também têm participação no aparecimento da doença.

O FPS, que aparece em destaque na embalagem da maioria dos filtros, é o responsável por proteger contra os raios UVB. Para proteger contra os raios UVA essa função é do PPD (do inglês, Persistent Pigment Dark). O valor do PPD deve ser de pelo menos um terço do FPS, assim, um FPS 30 deve ter um PPD mínimo de 10. A atual legislação que regulamenta os protetores solares mostra essa informação com os sinais + (proteção UVA leve); ++ (proteção UVA moderada; +++ (proteção UVA alta) ou em porcentagem. Se a informação "proteção de amplo espectro" estiver presente na embalagem há proteção UVA e UVB no filtro.



Use a quantidade certa


A quantidade certa de protetor solar para prevenir os efeitos danosos do sol a ser aplicada na pele é de 2 mg/cm² , o que corresponde a cerca de 40 mg para um indivíduo que pese 70 Kg e tenha 1,70m de altura. Em medidas práticas, deve ser aplicada uma colher de chá de protetor solar no rosto e no pescoço, uma colher de sopa de protetor para a parte da frente do tronco e outra para a parte de trás, uma colher de sopa para cada braço, uma colher de sopa para a parte da frente de cada perna e outra para a parte de trás de cada perna. Com essas quantidades, o ideal é que seu protetor dure no máximo três finais de semana, dependendo ainda de quantas vezes será necessário reaplicar durante a exposição ao sol.



Espalhe bem


Os cremes podem ser espalhados com movimentos circulares das mãos, já os fotoprotetores em gel devem ser aplicados em sentido único, sem fazer círculos, caso contrário o protetor solar irá esfarelar e a cobertura fica comprometida. O dermatologista explica que, ao contrário do que se pensa, o spray deve ser borrifado generosamente sobre a pele para garantir uma cobertura, mas não deve ser espalhado com as mãos em seguida. Essa atitude prejudica a cobertura e pode expor algumas áreas do corpo a queimaduras.



Cuide da primeira aplicação


A primeira aplicação de protetor solar é a mais importante, principalmente quando você vai para a praia ou para a piscina, pois essa é a única oportunidade de criar um filme homogêneo sobre toda a pele. Faça isso sem a roupa, espere secar e vista-se. O mais importante é seguir as instruções do rótulo. Lembre-se das áreas que geralmente são esquecidas, como dorso dos pés, mãos, nuca e orelhas.





Como fazer a reaplicação


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é bastante rigorosa com as informações presentes no rótulo dos protetores solares, como tempo de reaplicação e tipos de radiação que o filtro protege. Mas, de forma geral, a reaplicação deve ser realizada num intervalo (precisava daquela sua tabela de conversão). Depois de entrar na piscina ou no mar, o indicado é se enxugar com a toalha e reaplicar o produto no corpo todo. Não se esqueça dos cuidados que vão além do protetor solar. O filtro solar não é o único responsável pela proteção da pele, o uso de chapéus, roupas e de outras medidas protetoras também tem a mesma importância. O horário de exposição ao sol deve ser anterior às nove horas da manhã e posterior às 16 horas da tarde.




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